Falta uma semana para eu viajar. Embora eu esteja muito ocupada com o acerto dos últimos detalhes, a minha motivação tem oscilado bastante. Ontem eu recebi meu visto (!!!), e para mim, o visto simboliza a concretização da viagem, pois é uma das últimas etapas do processo. Mas também fiquei triste, pois a viagem se materializa, e eu também já visualizo a minha partida. Todos os dias eu me questiono se fiz a escolha correta, em largar meu emprego, minha família, minhas cachorras, meu carro, minha realidade.
Nesses últimos dias eu tenho andado muito pela minha cidade – Novo Hamburgo, e é impressionante o quanto as pessoas pouco mudam aqui. Fui aos meus primeiros empregos, e me surpreendi ao perceber que os meus colegas há 4 anos continuam hoje, com a mesma função e atividades da época em que trabalhamos juntos. As poucas mudanças a que foram submetidos são físicas, como a queda de cabelo, o envelhecimento, o aumento de peso. Até o olhar é o mesmo. Nessa hora, senti uma fagulha de otimismo, e sei que fiz a melhor escolha. Depois deste um ano longe, ao menos vou ter muitas histórias pra contar. Mas isso é o mínimo mesmo.
Sei lá, acho que essa confusão de sentimentos é normal nessa situação.
Nesses últimos dias eu tenho andado muito pela minha cidade – Novo Hamburgo, e é impressionante o quanto as pessoas pouco mudam aqui. Fui aos meus primeiros empregos, e me surpreendi ao perceber que os meus colegas há 4 anos continuam hoje, com a mesma função e atividades da época em que trabalhamos juntos. As poucas mudanças a que foram submetidos são físicas, como a queda de cabelo, o envelhecimento, o aumento de peso. Até o olhar é o mesmo. Nessa hora, senti uma fagulha de otimismo, e sei que fiz a melhor escolha. Depois deste um ano longe, ao menos vou ter muitas histórias pra contar. Mas isso é o mínimo mesmo.
Sei lá, acho que essa confusão de sentimentos é normal nessa situação.